FAQ – O Protocolo
Sobre a ausência de fotos de submissas O anonimato aqui não é opcional, é mandatório. Minha regra é clara: eu preservo o que é meu. Para que você se entregue sem reservas, preciso garantir a invisibilidade da sua vida pública. Eu exijo sua vulnerabilidade total entre quatro paredes, e em troca, ofereço uma discrição impenetrável. Ninguém saberá.
Quem está no comando? Sou Armand. 35 anos, empresário. Minhas raízes são mineiras, mas estendo meu domínio agora a São Paulo.
Meus atributos.Tenho 1,86m, 85kg, pele clara e olhar escuro. Minha estética reflete minha natureza: um dominador que tem prazer na própria imagem e no poder que exerce.
Isso é um serviço profissional/acompanhante? Definitivamente não. Este é um projeto pessoal de estilo de vida. Não cobro pela dominação, eu cobro obediência. O dinheiro não compra meu tempo; apenas o perfil certo desperta meu interesse.
Não tenho experiência no BDSM. Isso atrapalha? Pelo contrário, é o cenário ideal. Prefiro uma tela em branco do que alguém cheio de vícios. Esqueça a terminologia técnica ou rótulos. Eu não preciso que você saiba o que fazer; preciso apenas que saiba obedecer. Eu moldarei você para ser a submissa perfeita para os meus desejos. Sua única tarefa inicial é ler meu contrato e internalizar minhas regras.
Duração do Contrato O ciclo tem a duração exata de 12 meses. Não há renovação.
Por que o contrato não é renovável? Porque eu encerro a dinâmica no clímax. Tudo o que é intenso tem um auge e uma inevitável decadência. Eu não permito a decadência. Ao encerrar nosso contrato no ponto mais alto, garanto que você continue mentalmente minha para sempre. Você sairá da minha vida física, mas jamais escapará da marca que deixarei na sua mente.
Você atende homens? Não. Por favor, não insista.
Frequência dos encontros A média é mensal, mas não existe calendário fixo. Acontecerá quando eu desejar, e você deverá criar a disponibilidade para me servir.
"Quero oferecer minha esposa..." Não perca seu tempo. Não negocio com intermediários e não tenho interesse em fantasias de cuckold onde o marido participa ou assiste. A dinâmica é entre mim e ela.
Mulheres casadas são aceitas? Absolutamente. A adrenalina do proibido é um combustível que eu sei administrar com maestria. O risco não nos paralisa; ele nos excita.
No entanto, entendo a complexidade da sua vida dupla. Tenho vasta experiência com mulheres comprometidas e sei que o sigilo visual é tão importante quanto o digital. Minha técnica é precisa e calculada: domino a arte da intensidade sem deixar vestígios.
Você não voltará para casa com marcas, hematomas ou sinais que seu marido possa questionar. Eu sei exatamente onde e como tocar para que a dor e o prazer sejam sentidos profundamente, mas permaneçam invisíveis aos olhos dele. Você retornará ao seu lar com a pele intacta, carregando as marcas apenas onde ninguém mais pode ver: na sua mente e na sua submissão a mim.
Por que escolher essa vida? Porque o sexo convencional é pálido perto da intensidade do BDSM real. É a busca pelo ápice da performance humana e sensorial. É sobre sentir 100 vezes mais.
Como nos aproximamos? O primeiro passo deve ser uma conversa real. Me chame no Telegram. Apresente-se, diga o que busca. Quero sentir a sua energia primeiro. Se nossa conversa fluir e eu perceber que existe sintonia entre nós, aí sim iremos para o próximo passo. Vamos começar pelo simples: um "olá" adequado.