Mestre Armand - Dominador BDSM em São Paulo - SP
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Submissa 1
Submissa 2
Relato de um fim de semana com Bia, minha submissa casadinha
Bia é minha. Há quase um ano, venho moldando essa mulher doce, casada, com uma aparência tão comportada e recatada, em algo muito mais profundo e visceral: uma submissa devota, uma vadia obediente que me pertence de corpo, mente e alma. Por trás daquela fachada de esposa fiel, ela esconde um desejo sujo, selvagem e corajoso, daqueles que poucas mulheres admitem e poucos dominadores exploram de verdade: ser usada por vários homens ao mesmo tempo, preenchida em todos os buracos, possuída sem piedade, domada como uma cadela no cio, gemendo e implorando por mais. É o tipo de fantasia que faz o coração acelerar, a pele formigar, e desperta aquela chama interna que muitas guardam em segredo.
Não sinto ciúme nem possessividade com o corpo da minha submissa, desde que tudo esteja sob meu comando absoluto. Pelo contrário, ver ela se entregando me excita de uma forma primal, como se cada gemido dela ecoasse diretamente no meu desejo. Decidi realizar essa fantasia dela do jeito que ela merecia: devagar no começo, para moldá-la aos poucos, construindo sua submissão camada por camada, até que ela estivesse pronta para o ápice. Com intensidade, sem censura, e com orgasmos intermináveis que a deixavam tremendo, o corpo inteiro pulsando de prazer. Para ela, para eles, e principalmente para mim, era sobre explorar os limites do prazer e da entrega total.
O treinamento começou sutil, em dias comuns, para quebrar suas barreiras internas, despertando sensações que ela mal sabia que existiam. No início, tarefas simples: mandar fotos nua no trabalho, sentindo o tecido da roupa roçando a pele exposta; usar plug anal o dia todo, cada movimento enviando ondas de calor pelo corpo; ou se masturbar no banheiro do escritório pensando em mim, os dedos deslizando devagar, o ar ficando mais quente com cada respiração acelerada. Ela obedecia com o rosto corado, mas os olhos brilhavam de tesão, como se cada ordem fosse um convite para se libertar. Eu a recompensava com elogios sussurrados ao telefone: "Boa cadela, você me deixa orgulhoso", ou com uma sessão intensa à noite, onde eu a fodia até ela choramingar de prazer, o suor misturando-se ao cheiro de excitação no ar.
Aos poucos, escalei os desafios, impondo fases que ela precisava passar para provar sua devoção, cada uma mais tentadora e arriscada, fazendo-a sentir viva como nunca. Em um dia qualquer, ordenei: "Hoje você vai pegar três Ubers. Em um deles, dê em cima do motorista. Seduza-o, chupe seu pau no carro se possível, e transe com ele. Me mande provas: fotos, vídeos, detalhes sujos." Ela hesitou no começo, o coração acelerado, a umidade crescendo entre as pernas só de imaginar, mas obedeceu. Voltou para casa tremendo, a buceta latejando com o eco das estocadas, contando como havia se ajoelhado no banco traseiro, engolido o pau do estranho até a garganta, sentindo o gosto salgado na língua, e depois montado nele em um estacionamento deserto, gemendo alto enquanto ele gozava dentro dela sem camisinha, o calor do sêmen se espalhando por dentro. Se ela transasse sem proteção e enviasse as fotos e vídeos como prova, eu a recompensava com presentes extras, como vestidos justos que realçavam suas curvas suaves, ou até dinheiro em espécie, para que ela se sentisse como uma puta de verdade, o corpo formigando com a mistura de humilhação e excitação, a mente girando com o prazer proibido. Mas se não cumprisse o desafio, ela ficava semanas sem sessões, o desejo acumulado a deixando ansiosa e implorando por mais, o vazio entre as pernas virando uma tortura doce.
Repeti tarefas assim: transar com entregadores, sentindo as mãos ásperas deles em sua pele; flertar em bares e voltar cheia de porra alheia, o líquido quente escorrendo devagar, marcando sua calcinha. Sempre com recompensas, orgasmos negados por dias se hesitasse, ou múltiplos se obedecesse perfeitamente, cada clímax mais intenso que o anterior. Como ela é casada, às vezes tinha que voltar para casa com a buceta cheia de porra de um desconhecido, o calor pegajoso escorrendo devagar pelas coxas enquanto dirigia, o cheiro sutil de sexo no ar, correndo o risco de o marido notar algo, o que só aumentava a adrenalina correndo pelas veias. Ela chegava a pedir para transar com outros caras específicos, mas eu a sacaneava, mandando ela dar para outro antes, com a buceta já cheia de porra, para que o segundo sentisse a umidade alheia e se excitasse ainda mais com a depravação, fazendo-a se sentir desejada e usada de formas que a deixavam ofegante. Aos poucos, vi a transformação: a esposa tímida virando uma vadia insaciável, viciada na humilhação, no risco, na sensação de ser usada, o corpo respondendo a cada comando com um arrepio de expectativa. Ela implorava por mais tarefas, o corpo ansiando pela dominação, os mamilos endurecendo só de pensar no que viria. Estava pronta para a fase final.
Levei Bia para um sítio isolado no interior, o ar fresco da mata contrastando com o calor que crescia entre nós. Um fim de semana inteiro só para nós e para o que eu planejava, longe de tudo, onde ela poderia se entregar sem reservas. Assim que chegamos, coloquei a coleira grossa de couro em seu pescoço delicado, apertando até ela ofegar, sentindo o couro frio contra a pele quente, e a máscara que a transforma em pura submissão, olhos vendados parcialmente, boca acessível, o tecido macio roçando os lábios. Fizemos uma sessão de boas-vindas intensa: tapas fortes nas nádegas até ficarem vermelhas e ardendo, o som ecoando como um convite ao prazer; amarras nos pulsos e tornozelos, a corda apertando suavemente, restringindo e libertando ao mesmo tempo; uma surra calculada no ponto exato entre dor excruciante e prazer avassalador, cada impacto enviando ondas de eletricidade pelo corpo. Ela se contorcia, a buceta escorrendo com umidade quente, implorando com voz trêmula. Gozei dentro dela com força animal, socando fundo como se estivesse carimbando meu nome em seu útero, marcando-a como minha propriedade, o sêmen quente pulsando e se espalhando. A primeira gozada de muitas, abundante, escorrendo pelas coxas trêmulas, deixando um rastro pegajoso.
Depois, deixei-a amarrada no quarto, nua, ensopada de tesão e da minha porra, o corpo exposto e vulnerável, o ar fresco roçando a pele arrepiada. Enquanto isso, fui receber meus convidados, cinco amigos de confiança, cinco machos que eu sabia que a foderiam sem piedade, seus corpos fortes prometendo sensações intensas. Ela ouvia tudo do quarto: as vozes graves masculinas, os risos roucos, o tilintar de garrafas de cerveja, passos pesados se aproximando, cada som aumentando a expectativa, fazendo seu pulso acelerar e a umidade crescer.
Voltei, ajoelhei ao lado dela e sussurrei rouco em sua orelha, mordiscando o lóbulo macio: "Meus amigos estão loucos para conhecer minha cadelinha. Está pronta pra ser usada de verdade, pra ser preenchida por todos eles?" Ela respirou fundo, o peito arfando, o cheiro de excitação no ar, e respondeu baixinho, voz tremula de desejo: "Sim, senhor... por favor."
A conduzi pela casa pela coleira, forçando-a a engatinhar nua como um animal de estimação, as coxas grossas tremendo, a bunda empinada balançando, o chão frio sob os joelhos enviando calafrios. Meus amigos a cercaram, olhos famintos, o ar carregado de testosterona. Um deles se ajoelhou e enfiou os dedos grossos entre suas pernas sem cerimônia; ela já estava encharcada, os lábios inchados e escorrendo um misto de excitação e da minha porra anterior, o toque áspero fazendo-a arquear as costas. Levei-a até o sofá, de bruços, bunda empinada e exposta, o cuzinho piscando de tesão, o ar ao redor úmido e quente.
Falei calmamente, como se fosse um jogo casual: "Vamos jogar sinuca. Quem ganhar a rodada fode minha submissa. Sem camisinha. E goza dentro, bem fundo, pra enchê-la de leitinho quente." Eles riram, excitados, paus já endurecendo nas calças, e começaram a partida, o som das bolas batendo ecoando como um prelúdio.
Meu amigo de infância, Marcos, venceu primeiro. Sem hesitar, abaixou as calças, cuspiu na mão para lubrificar o pau grosso e enfiou nela com uma estocada brutal. A respiração dela falhou, um gemido rouco e animal escapou da garganta, o corpo se ajustando ao入侵. Ele a segurou pelos quadris marcados, socando fundo com força selvagem, os estalos molhados da pele contra pele ecoando pelo ambiente, misturados aos gemidos dela, cada movimento enviando ondas de prazer pelo ventre. Quando gozou, grunhiu alto, cravando até o talo, descarregando jatos quentes e grossos bem no fundo do útero, o calor se espalhando como fogo líquido. Ela tremia violentamente, se contorcendo em orgasmo, pedindo mais com voz quebrada: "Mais... por favor, senhor...". A porra alheia escorria pelas coxas, branca e pegajosa, deixando a pele brilhante, e a noite mal começara.
A cada rodada, um novo vencedor a montava como uma égua, cada pau diferente a abria, a esticava, a fodia de todas as formas: de quatro, sentindo o peso sobre as costas; de ladinho, as mãos explorando os seios; cavalgando, controlando o ritmo com quadris ondulantes. Ela era passada de mão em mão como um brinquedo sexual vivo, gemendo sem parar, o corpo suado e brilhante, o suor escorrendo pelas curvas. Eu a fazia buscar cervejas engatinhando, com porra pingando abundantemente entre as pernas, o líquido quente gotejando no chão, voltando pro sofá como boa cadelinha obediente, lambendo o chão se derramasse, a língua sentindo o gosto salgado.
Em um momento de pura depravação, enfiei uma long neck gelada e suada no cuzinho apertado dela, o frio contrastando com o calor interno. Ela urrou de prazer e choque, o corpo se arqueando, sensações misturadas correndo pela espinha. Deixei-a ali, de joelhos, gemendo baixinho com a garrafa fundo no cu, enquanto todos riam e esperavam a vez, o ar vibrando com excitação. A cada nova foda, mais gozo entrava, na buceta, no cu, na boca, a mistura escorria quente, branca, viscosa, pingando no chão, deixando marcas pegajosas. Era lindo ver minha submissa assim: reduzida a buracos famintos, mas brilhando de prazer interno.
Mais tarde, fomos nadar na piscina do sítio, a água fresca prometendo alívio ao corpo aquecido. Mas antes, ordenei que ela me limpasse completamente. Ela lambeu meu corpo inteiro com devoção canina: suor salgado, bolas macias, pau sujo de porra, até os pés imundos, a língua explorando cada centímetro com cuidado. Quando terminou, mijei no rosto dela: um jato quente e dourado escorrendo pela máscara, boca, seios, o líquido morno contrastando com a pele. Ela fechou os olhos, aceitou tudo, lambendo o que pingava nos lábios, engolindo com um gemido de adoração pura, sentindo-se completamente possuída. Meus amigos olhavam boquiabertos, alguns rindo, todos duros de tesão. Para ela, aquilo era o ápice da submissão: ser meu urinol vivo, uma entrega que a fazia vibrar por dentro.
À noite, o clímax absoluto: todos juntos na sala, o ar espesso de desejo. Ela deitada no chão frio, boca aberta e babando, pernas escancaradas como uma puta em oferta, o corpo inteiro ansiando pelo toque. Tripla penetração brutal, um pau grosso no cu esticando até doer de prazer, outro socando a buceta encharcada, o terceiro fudendo a garganta até ela engasgar, cada movimento sincronizado enviando explosões de sensação pelo corpo. Ela se afogava em êxtase, olhos revirando, corpo convulsionando a cada estocada, a cada gozada quente inundando seus buracos, o sêmen se misturando e transbordando. Cinco homens se revezando em rounds intermináveis, paus entrando e saindo, porra jorrando, o som de corpos colidindo preenchendo o espaço. Em momentos, ela mal conseguia falar, só gemia gutural, arfava como uma cadela possuída, e implorava rouca: "Mais... encham sua vadia...", o prazer consumindo cada pensamento.
Ela foi preenchida tantas vezes que perdeu a conta dos orgasmos e das gozadas, o corpo exausto mas saciado, ondas de prazer ecoando ainda. Quando tudo terminou, estava suada, suja de porra seca e fresca, marcada por mordidas e tapas que latejavam suavemente, gotejando leitinho por todos os buracos, buceta inchada e vermelha, cu arrombado, boca inchada. E sorria, exausta e realizada, os olhos vidrados de submissão total, uma paz profunda se instalando.
Antes de dormir, me abraçou como uma menina satisfeita, corpo mole contra o meu, a pele ainda quente e pegajosa, e sussurrou com voz rouca e quebrada: "Obrigada, senhor. Foi perfeito... eu sou sua pra sempre."
Levei ela de volta para casa cheia de porra alheia, escorrendo devagar na calcinha, o carro cheirando a sexo e aventura. No banco da frente, correndo o risco do corno marido perceber o cheiro de sexo ou ver as marcas vermelhas na pele. Dei um beijo profundo nela, apertei a coleira escondida, sentindo o couro sob os dedos, e a vadia submissa foi dormir ao lado do corno, buceta latejando e cheia do leitinho de vários machos, o corpo relaxado em uma névoa de satisfação... enquanto eu já planejava a próxima sessão, imaginando novas formas de fazê-la se render.